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	<title>POP-Relato - Histórico de revisão</title>
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	<updated>2026-04-19T14:50:42Z</updated>
	<subtitle>Histórico de revisões para esta página neste wiki</subtitle>
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		<id>https://ccsl.ime.usp.br/w/index.php?title=POP-Relato&amp;diff=1264&amp;oldid=prev</id>
		<title>Kazuo em 19h08min de 15 de maio de 2017</title>
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		<updated>2017-05-15T19:08:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
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				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;Edição das 16h08min de 15 de maio de 2017&lt;/td&gt;
				&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot; id=&quot;mw-diff-left-l1&quot;&gt;Linha 1:&lt;/td&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;# &lt;/del&gt;A experiência de trabalho no laboratório XP – um depoimento&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;= &lt;/ins&gt;A experiência de trabalho no laboratório XP – um depoimento &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;=&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;br/&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;br/&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;A experiência de trabalho no laboratório XP é uma oportunidade única de aprendizado, um&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;A experiência de trabalho no laboratório XP é uma oportunidade única de aprendizado, um&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Kazuo</name></author>
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		<title>Kazuo: Criou página com '# A experiência de trabalho no laboratório XP – um depoimento  A experiência de trabalho no laboratório XP é uma oportunidade única de aprendizado, um processo desafia...'</title>
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		<updated>2017-05-15T19:08:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;# A experiência de trabalho no laboratório XP – um depoimento  A experiência de trabalho no laboratório XP é uma oportunidade única de aprendizado, um processo desafia...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;# A experiência de trabalho no laboratório XP – um depoimento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A experiência de trabalho no laboratório XP é uma oportunidade única de aprendizado, um&lt;br /&gt;
processo desafiador e criativo de parte a parte, para cliente e desenvolvedores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na maioria dos casos o objeto de desenvolvimento é algo difuso, seja pelo fato de tratar-se de&lt;br /&gt;
algo inovador ou simplesmente pelo fato do “cliente” desconhecer todas as implicações da&lt;br /&gt;
tradução de uma ideia em serviço, e quando muito em código. O processo de desenvolvimento&lt;br /&gt;
de software, por outro lado, é um caminho lógico e sistemático. Nesse embate ocorre um&lt;br /&gt;
processo de tradução bastante peculiar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O processo tem início com o cliente apresentando um objeto para desenvolvimento, certo de&lt;br /&gt;
que sua descrição é lógica, objetiva e razoavelmente completa. O programador, então, faz uma&lt;br /&gt;
primeira pergunta sobre esse objeto e aborda um aspecto singular que você nem imaginava&lt;br /&gt;
existir, pois você vê sempre “o todo”, que nada mais é do que uma totalidade limitada,&lt;br /&gt;
circunscrita pela sua própria expectativa. Desse lugar, então, responde explanando sobre o&lt;br /&gt;
aspecto questionado em toda sua riqueza, retomando sua relação com a totalidade do objeto&lt;br /&gt;
e/ou serviços a serem desenvolvidos. O programador responde, então, “certo, considerando&lt;br /&gt;
que temos tempo e recursos limitados, o que vamos fazer primeiro? O que é prioritário,&lt;br /&gt;
afinal?” e elenca algumas opções, todas igual e absolutamente fundamentais para o&lt;br /&gt;
funcionamento do seu software. É preciso priorizar e sequenciar, criar uma história, ainda que&lt;br /&gt;
você como cliente não o saiba. Inicia-se assim a experiência da metodologia ágil, técnica pela&lt;br /&gt;
qual vivenciaremos o processo de tradução de uma ideia em código.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos poucos percebemos que, partindo de um campo de possibilidades bastante difuso, a cada&lt;br /&gt;
passo tomamos decisões que delineiam e estruturam o objeto e/ou serviço e que cada uma&lt;br /&gt;
delas é estratégica, uma vez que tem implicações futuras. Também percebemos que esse&lt;br /&gt;
processo, por sua vez, responde a uma lógica narrativa, e que na verdade estamos contando a&lt;br /&gt;
história da relação entre usuários com outros usuários, por meio de entidades abstratas de&lt;br /&gt;
mediação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por exemplo: suponhamos que estejamos fazendo um aplicativo de desenho e que queremos&lt;br /&gt;
que o usuário ponha seu dedo na tela, arraste-o até outro lugar da superfície, suspenda-o, e&lt;br /&gt;
pronto, voilá, desenhe uma linha reta!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem para isso, você vai ter que criar uma entidade chamada usuário, uma outra que é um&lt;br /&gt;
espaço de intervenção virtual dotado de coordenadas, uma terceira que é a coordenada em si,&lt;br /&gt;
uma quarta que são os eixos ordinais dessas ordenadas, determinar se serão um, dois ou N&lt;br /&gt;
eixos, e depois determinar que arranjos de coordenadas estabelecem uma outra entidade que&lt;br /&gt;
você chamará de ponto, e que uma linha é a menor distância entre dois pontos. Aí você irá&lt;br /&gt;
determinar que existe um plano abstrato que é o lugar onde estará a tela, e determinar a&lt;br /&gt;
posição dessa tela em relação aos eixos ordinais e seu comportamento em relação ao toque, e&lt;br /&gt;
que isso será representado nessa superfície por um ponto luminoso, afinal, você precisa de&lt;br /&gt;
uma interface de representação dessas relações. Assim pensa um programador: “como contar&lt;br /&gt;
essa história? De onde começar? O que vem antes? Como apresentar essa (dura) realidade ao&lt;br /&gt;
cliente? Será que é isso que ele quer? Será que é isso que ele deseja?“, pensa. Para o cliente,&lt;br /&gt;
por sua vez, isso significa enfrentar o novo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa construção, por sua vez, implica numa relação próxima. A cada momento deverão&lt;br /&gt;
compartilhar e construir uma visão conjunta do que está sendo desenvolvido. É um trabalho&lt;br /&gt;
colaborativo, horizontal, onde um ajuda o outro a dar forma naquilo que está sendo&lt;br /&gt;
programado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importante perceber, contanto, que código é escrita, é texto. O que é feito, portanto, é um&lt;br /&gt;
texto em diversas mãos, cujo efeito é uma representação de um processo que pode ter ou não&lt;br /&gt;
paridade com a realidade. Mas programar é contar uma história. Por exemplo: fazer um&lt;br /&gt;
deposito bancário via aplicativo é a representação de um processo de depósito como o&lt;br /&gt;
conhecemos antes de existir esse serviço via celular. Ao faze-lo vivenciamos esta história, e se&lt;br /&gt;
correr tudo bem, a transação bancária ocorre e o depósito é feito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://www.facebook.com/JapanHouseSP/videos/755849021243737/ Este vídeo é uma boa metáfora para esse processo]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O artista é o cliente, e o programador são os artesãos. Cada linha de bambu é uma linha de&lt;br /&gt;
código. A trama é a linguagem de programação. Muitas soluções são possíveis desse arranjo. O&lt;br /&gt;
que vemos aqui resulta da interação entre todos esses elementos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Andre Leirner, 13/05/2017&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kazuo</name></author>
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